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segunda-feira, junho 08, 2015

Ai que saudades!

Então... faz algum tempo que não escrevo nada aqui... ou não publico... Mas né... Nova terapia... Tá difícil resistir a escrever algo sobre isso...
Me rendi a terapia mais tradicionalmente recomendada para quem tem TDA/H...
A terapia do cachorrinho... quer dizer, do adestramento... Ops, ato falho, ih... esse jargão é de outra... Tá... TCC - Terapia Cognitivo Comportamental.
Temos: a Adestradora e eu.
Estou na terceira sessão, e até agora foi assim:
Na primeira contei a vida toda e porque eu tava ali.
Na segunda fizemos planos e eu prometi coisas absolutamente factíveis para a semana.
Na terceira, no caso hoje: Passei dois terços da sessão explicando porque não fiz o que prometi (parece piada mas não é)... Só pequena queda de moto, gripe, febre alta, hospital, dor de garganta... lá lá lá...
E por fim prometi que iria fazer nessa semana o que não fiz na semana passada... Além disso ela mencionou o mecanismo da fantasia. Que a pessoa fantasia os objetivos na mente e aliena passos dos processos. O remédio é racionalizar os pensamentos fantasiosos. Ih, agora danou-se! Fui pega! Mas peraí! Será que quero abrir mão da minha vida mental fantasiosa? Pior que o remédio é algo que eu venho treinando nos últimos dez anos: racionalizar.

E vamos seguindo... essa semana tem consulta com a Dra.Psyco2, que prescreveu a terapia e outros aditivos controversos da pós-modernidade...

P.S.: Nessa semana que passei de cama fiz um perfil no Duolingo, pq já era uma coisa que eu queria e estava adiando... Enfim, como aprender coisas com amigues é mais legal, tá aí o link do meu perfil: Caoticarol, caso vc goste de aprender idiomas de graça.

segunda-feira, agosto 01, 2011

SOMAIÊ - Compilação

Carol e suas terapias...

Depois de muitas conversas, pesquisas e toda sorte de acasos do destino... Acabei por encontrar uma terapia que em teoria se parece com a terapia ideal para mim. Como eu gosto mesmo é de coisas difíceis, descobri que não tem em Floripa - novidade! - Assim tenho que juntar o povo pra poder me LIBERTAR também :)

Como não adianta muito eu tentar no gogó (eu mesma só engoli um monte de teoria sobre o assunto) convencer @s amig@s então resolvi compilar as informações da maneira que achei mais conveniente ;)

Assim, se ficar interessad@ por favor se manifeste. Estou mirando o primeiro encontro para o fim de agosto, mas tem que ter gente suficiente.

O resumo do resumo: A SOMAIÊ é uma modificação da somaterapia de Roberto Freire, a partir das experiências de Rui Takeguma.

O Que é Somaiê ?

A SOMATERAPIA é uma vertente dos processos terapêuticos que opta em priorizar uma visão holística no meio da psicologia. A PSICOlogia nasceu e mantém uma visão de que o pensamento (cérebro e processos mentais) são hierarquicamente superiores ao corpo (corporalidade). Assim as somaterapias fazem parte de um arcabouço cultural das SOMATOlogias.

Na década de 1970. ROBERTO FREIRE começou a desenvolver uma somaterapia que recebeu o nome de SOMA, Uma Terapia Anarquista. Desde então formou vários somaterapeutas de Soma, houveram várias dissidências, pessoas que trabalharam com Freire, e depois buscaram seus próprios caminhos.

RUI TAKEGUMA fez Soma em 1990, e formação de 1990 a 1993.

De 1993 em diante atuou como Somaterapeuta de Soma em várias cidades e Estados brasileiros.

Em 2002 nasceu a SOMA-IÊ. Rui adotou esse nome para homenagear a SOMA e Roberto Freire, e agregou o IÊ como uma referência ao ambiente da cultura popular: a capoeira. Em 2003, retira o hífen e mantém o nome SOMAIÊ.

A SOMAIÊ existe há 9 anos, mas sintetiza o percurso prático e teórico de 20 anos (1990/2011) de Rui Takeguma dentro da Somaterapia.

Como FUNCIONA a Somaiê ?

O objetivo da Somaiê é promover experiências em um grupo de pessoas entre 12 a 21 meses, criando um microcosmo de relacionamento, convivência e produção em três níveis de produção:

- COM O SOMATERAPEUTA: são as atividades conduzidas pelo somaterapeuta de Somaiê responsável pelo grupo. No geral são 4 VIVÊNCIAS CORPORAIS mensais (VC). Sendo que a primeira metade (1h30) é voltada para atividades corporais lúdicas, e a segunda metade (1h30) para a avaliação e trocas de informações sobre a primeira metade. (provavelmente vai ser tudo em um fim de semana por mês aqui)

- COM O GRUPO: são as atividades sem a presença do produtor de Somaiê: o GRUPÃO, momento fundamental para o grupo construir uma dinâmica própria e autogestiva, seja para os membros aprofundarem suas relações, adquirir fundos para o pagamento da Somaiê, ou ainda pesquisas em pedagogia libertária. E o CAPOEIRÃO momento em que os membros do grupo trocam experiências do seu aprendizado na capoeira (o CAPOEIRÃO começa a acontecer depois da primeira vivência de campo).

- INDIVIDUALMENTE: são as atividades desenvolvidas por membros do grupo de forma individual como a prática semanal da CAPOEIRA ANGOLA, leituras e pesquisas indicadas.

Essas atividades mensais fortalecem a dinâmica do grupo, as pessoas interagem e vivenciam situações diversas. As atividades tem um caráter pedagógico e diagnóstico, ao nos mostrar os bloqueios e libertarismos, como ao vivenciar estes momentos, vem o caráter terapêutico.

Nos últimos meses do processo, as vivências corporais (VC) são transformadas em vivências dedicadas a cada membro do grupo. São as cadeiras quente (CQ), onde toda a técnica e dinâmica é voltada para cada um.

A passagem pela SOMAIÊ, é um marco na vida de seus participantes, e quem chega ao final, completando as cadeiras quentes, a última vivência de campo, e a produção do Jornal Tesão, obtém um material sobre si e seu viver que modificam sua estrutura autopoiética de uma forma definitiva.

A passagem pela SOMAIÊ é uma forma de desconstruir a percepção do UNIVERSO em uma realidade e aceitar a constituição biológica do MULTIVERSO e suas infinitas realidades possíveis; é uma forma de expandir sua corporalidade através do desenvolvimento de suas Potencialidade Múltiplas no viver... (o que quer que seja que isso queira dizer, parece interessante :))

Os grupos Somaiê:

A Somaiê funciona em grupos com duração de 12 a 21 meses, evitando assim a formação de dependências com o produtor de Somaiê (somaterapeuta) ou com o próprio grupo. Nesse sentido se mostra fundamental seu caráter pedagógico.

A dinâmica de cada grupo passa por 3 a 4 etapas, que podem ser, didaticamente, categorizadas em:

0 - Aproxima-Ação (tempo indefinido) - É o momento PRÉ-SOMAIÊ, onde ainda não existe o grupo terapêutico, mas se começa a transformar o desejo individual de se fazer a SOMAIÊ numa formação de um GRUPO. Essa fase para algumas pessoas pode haver o conhecimento teórico, adquirido em artigos, livros, na internet ou através de amigos que falam sobre, ou pode acontecer dentro de núcleos que já estão se formando com o objetivo de se fazer a SOMAIÊ. Quem hoje faz ou fez SOMA, tem essa aproximação da SOMAIÊ, mas não conhece as evoluções que desenvolvemos desde 2004. Essa fase pode ser inexistente, para pessoas que já entrem direto num grupo, bem como pode durar anos, no caso de pessoas que conhecem ou leram, mas não tiveram acesso a um grupo de SOMAIÊ.

1 - Aprendizado (A - 1 a 5 meses) - É a fase em que o somaterapeuta inicia a técnica aplicada a um grupo de interessados. Nessa fase a principal característica é que o grupo é ABERTO a entrada de novas pessoas, assim pode durar alguns meses para quem entra no início e faz todos os exercícios de SOMAIÊ, bem como pode durar um mês, para os integrantes do último mês em que o grupo aceita novos participantes. Sendo que em qualquer momento da terapia, os participantes podem se afastar da técnica. Nessa etapa começa a acontecer a técnica coletiva e se torna um APRENDIZADO da SOMAIÊ, suas propostas, técnicas e objetivos. (Valores convidativos para facilitar)

2 - Aprofundamento (B e C - 7 a 11 meses) - É a fase entre o fechamento do grupo a novas pessoas e a entrada das cadeiras quentes. O custo da SOMAIÊ atinge seu valor pleno e, na maior parte das vezes, o grupo desenvolve produções que ajudam a complementar a parte financeira, como festas, saraus, ou ainda produtos a serem comercializados, como adesivos, camisetas, etc. Aqui a SOMAIÊ se transforma num LABORATÓRIO de LIBERDADES, onde cada participante busca uma sinceridade vivencial de se expor e se conhecer. As trocas e percepções aumentam a cada mês, e inevitavelmente se passam por variadas CRISES, o que aprofunda o conhecimento de si e do outro. Neste período se realizam duas vivências de campo e uma individual com o terapeuta.

3 - Pedagogia para a vida (D - 4 a 6 meses) - Fase final desta vivência libertária, que é a SOMAIÊ. Após o aprendizado de doze a dezesseis meses das fases anteriores sobre as dificuldades e 'bandeiras' terapêuticas pessoais, a terapia se finaliza com a produção de sessões que possuem em média de 4 horas de duração para cada pessoa do grupo, inclusive para o produtor de Somaiê. Estas sessões são chamadas de CADEIRA QUENTE (inspiradas nas hot seats da Gestalterapia, e na cadeira quente da SOMA). Nelas o grupo promove um retorno para cada integrante através do conhecimento adquirido e experienciado a respeito dele durante os meses de convivência. Este é um momento de explicitar a política por detrás da psicologia, demonstrando que cada ato nosso é um ato político e que, a partir dele estamos contribuindo para a construção de uma sociedade mais libertária ou mais autoritária. Após todos os membros passarem pela cadeira quente, existe a vivência de campo final, e o Te&So do JORNAL TESÃO.

Sobre as VIVÊNCIAS Corporais mensais: (VC)

- três (3) delas são EXERCÍCIOS de SOMA, que Rui Takeguma aprendeu com Roberto Freire e o Coletivo Anarquista Brancaleone, de 1990 a 2002. Rui vem criando novos exercícios e atualizando os antigos. A maioria deles é dividida em três etapas sequenciais: exercícios corporais e em grupo (1h 30), leitura sobre as percepções dos participantes durante os exercícios (1h) e fechamento teórico realizado pelo produtor de Somaiê (30min.). O produtor de Somaiê é quem conduz as vivências, nas quais são estudados (ênfase no caráter pedagógico) e terapeutizados os mecanismos políticos geradores das neuroses. Esta técnica visa o trabalho prático e objetivo a partir das origens dos sintomas neuróticos, e não, paliativamente, sobre as suas consequências. Algumas Vivências Corporais são Debates e Vídeos, ou com prioridade no pensamento; isto é, algumas fogem das sequencia tradicional (exercício+leitura+fechamento).

- uma (1) é voltada para a CAPOEIRA ANGOLA ou para aprofundar a DINÂMICA do grupo. Em que o produtor de SOMAIÊ faz a ligação entre a terapia com o aprendizado da capoeira angola individual, ou se realizam debates sobre o cotidiano do grupo e das pessoas, envolvendo a dinâmica e o aprendizado prático de uma pedagogia libertária.

Sobre as CADEIRAS QUENTES: (CQ)

-Nesta fase, se repete a estrutura das vivências mensais, com a média de 12 a 16 horas de atividades por mês. Sendo que os 3 exercícios de SOMA são substituídos por CADEIRAS QUENTES. Nome que Freire trouxe da Gestalterapia de Fritz Perls, para produzir um fechamento individual do aproveitamento da SOMA em seus indivíduos. A CADEIRA QUENTE na SOMAIÊ é um sintetizar dos meses anteriores (fases aproximação, aprendizado e aprofundamento) em que todo o grupo foca um indivíduo. Assim, na fase de CADEIRAS QUENTES, cada mês se trabalha três participantes do grupo. A CADEIRA QUENTE possui 4 fases sequenciais: INDUÇÃO, AFIRMAÇÃO, PERGUNTAS e FECHAMENTO. Com tempos variados e técnica detalhada no Livro da SOMA de Roberto Freire, e especificada no início da fase das CADEIRAS QUENTES, o Aprendizado para a Vida.

Sobre as INDIVIDUAIS: (I)

ANTES da primeira Vivência de Campo, TODOS os participantes necessitam de fazer uma entrevista individual com o somaterapeuta de SOMAIÊ. Nesta entrevista pode ocorrer algum impedimento de se participar na técnica, mas no geral é uma forma do terapeuta conhecer melhor os participantes do grupo. Tem a duração média de 40 a 60 minutos e uma taxa de 30 reais. Caso o participante ou o somaterapeuta achar necessário outra conversa individual, ela pode ser marcada no decorrer dos meses da terapia.

Sobre as VIVÊNCIA DE CAMPO: (MC)

No mínimo, em três dos meses que compõem o período da experiência libertária em grupo, as vivências da cidade são substituídas por viagens para VIVÊNCIAS NA NATUREZA, onde há um crescimento nas dinâmicas dos grupos em consequência de uma maior percepção individual, seja no contato com outros grupos, seja no contato direto com a natureza. São exercícios em locais que ainda preservam ecossistemas com pouca interferência humana tecnológica, como Ibitipoca - MG, Visconde de Mauá - RJ, Nova Lima - MG e Lençóis - BA. Recomenda-se que os grupos experimentem locais diferentes pra uma de suas três vivências na natureza.

Sobre os ENCONTROS de TEORIA & SOMAIÊ : (Te&So's)

Após 2006, foram incorporados a técnica da SOMAIÊ a participação dos grupos nos Encontros de Te&So que ocorrem nas cidades de atuação do produtor de SOMAIÊ. Isto é, cada grupo de SOMAIÊ acontece de forma fechada na maior parte das vivências mensais (menos na fase de APROXIMA-AÇÃO e APRENDIZADO, os meses iniciais), mas dialoga com o social da cidade em que acontece, compartilhando algumas vivências com pessoas novas, inclusive aquelas que possam não fazer a terapia, mas que participem dos Encontros de Te&So.

Nos meses que o grupo faz Te&So, existem ainda 1 a 2 vivências mensais fechadas aos participantes. Isto é, nesses meses se aumenta a carga horária, pois no lugar de 4 vivências mensais (VM) o grupo realiza 1 a 2 vivências e o Encontro de Teoria e Somaiê, aberto a população local.
(link quebrado
O último encontro de Te&So acontece depois das cadeiras quentes e da terceira vivência de campo, nesse momento o grupo de SOMAIÊ participa da co-produção do Jornal TESÃO, Prazer & Anarkia.


...da Soma à Somaiê

Desenvolver uma nova prática psicológica que auxiliasse os homens na busca de sua liberdade. Era esse o objetivo de Roberto Freire quando decidiu romper com a psicanálise e criar a SOMA, durante o regime militar no Brasil.

Baseada nas idéias iniciais de Wilhelm Reich, discípulo dissidente de Freud, a SOMA considera a neurose fruto das organizações sociais autoritárias. Numa sociedade onde a liberdade de ser é impedida através de mecanismos repressores presentes na família tradicional burguesa, na pedagogia escolar autoritária e nas religiões castradoras, a neurose surge como um processo de ajustamento dos indivíduos. (Gente, é disso que eu desejo me libertar. Vamos?)

Além de ser um fenômeno social, que se forma de fora para dentro, a neurose se instala em todo o corpo das pessoas, impedindo-as sobretudo de se expressem livremente em sua espontaneidade, afetividade e sexualidade. Assim, a SOMA é uma terapia corporal, utilizando-se de exercícios próprios que, além de agirem sobre a couraça neuromuscular do caráter (tensões crônicas da musculatura voluntária, que retém a neurose no corpo das pessoas), também informam como a repressão atua no cotidiano.

Desde a criação da SOMA, Roberto Freire preocupou-se em formar novos companheiros de pesquisa. Na década de 80 teve uma primeira separação de discípulos formados por ele. Acreditando que para fomentar de uma maneira realmente útil e efetiva a libertação humana em direção a uma outra organização social e política, precisaria estar sempre se renovando e se abrindo a novas descobertas científicas, Freire radicalizou na pesquisa da capoeira como a última peça para compor a base da SOMA, fortalecendo-a e deixando-a pronta (enquanto base) para que as novas gerações de terapeutas continuassem a pesquisa.

SOMA-IÊ

No período de 2002, houve o desenvolvimento da SOMA-IÊ em São Paulo, Belo Horizonte e Curitiba (além de apresentações em São Carlos, Salvador e Recife). Nesta fase Rui Takeguma reavaliou o que achava mais importante para a atualização e definição de seu trabalho.

A partir disso, ampliou o conceito de 'tripé básico' da terapia. Além da base consolidada na década de 90, que consistia em fazer as vivências, produzir o grupão e a prática semanal da capoeira, inseriu à técnica dois novos pontos: produção do Capoeirão (trocas em capoeira angola sem a presença do somaterapeuta - atualmente, produtor de SOMAIÊ - , que acontecem no mínimo uma vez ao mês) e a produção de eventos ou produtos pelo grupo de SOMA-IÊ. Promoveu a renovação de exercícios e a produção de novas vivências dentro da SOMA-IÊ. A pesquisa das vivências na natureza (vivências de campo) se consolidou na realização de 3 por grupo e, preferencialmente, uma em cada local diferente. Há alguns anos, Rui já havia pesquisado Nova Lima e Serra do Cipó, além de várias outras localidades, mas em 2002, Rui implantou a viagem a Ibitipoca em MG, como um roteiro básico nos grupos do Sul/Sudeste.

Rui Takeguma retomou projetos em Pedagogia Libertária: as Oficinas de Criatividade Libertária - continuação do Curso de Pedagogia Libertária ; a publicação do jornal TESÃO, prazer e anarkia; a volta do Prêmio Walter Firmo de fotografia; com o grupo de capoeira em pedagogia libertária a criação da FACA - Federação Anarquista de Capoeira Angola, que em novembro de 2002 gravou seu primeiro CD de músicas de capoeira. E em novembro de 2003 grava o CD duplo e ao vivo do projeto Memória da Capoeira.

SOMAIÊ
Em Maio de 2003, Rui iniciou o desenvolvimento da SOMAIÊ, uma vivência libertária: produção cultural, e não apenas terapia; produtor de SOMAIÊ, e não somente somaterapeuta. Enfim, uma vertente de e em desenvolvimento da somaterapia que, além de atuar na (anti) psicologia, é uma técnica de permanente atuação na política e na cultura.

Em 2004, nasce o conceito do Te&So, como uma instância teórica da técnica. Mas que começa efetivamente em Janeiro de 2005, no site de Richard Abreu:(link quebrado) Teoria&Somaiê.

Em 2005, a Somaiê estabelece uma nova cobrança das taxas. Seja diminuindo ainda mais os valores (em comparação a que Rui Takeguma praticava na Somaterapia de 2001), seja aumentando o número de bolsas por pagantes dentro dos grupos.

Em AGOSTO de 2006, a SOMAIÊ absorve a Te&So incorporando de 3 a 4 meses de vivências e encontros de Te&So estruturados na terapia. Em OUTUBRO de 2006, a SOMAIÊ retorna com o Jornal TESÃO, uma forma impressa de divulgação, aliado agora a técnica terapêutica.

Extraído principalmente de http://somaie.vilabol.uol.com.br/ (que foi atualizado pela última vez em 2008)

Pontos importantes:

  • É muito atrativa para mim a idéia de uma terapia com começo e fim.
  • Um valor que cabe no meu bolso de estudante parasita. (estou estimando inicialmente algo entre 60 e 40 reais por cabeça ou menos)
  • Cansei e desacreditei de terapias tradicionais a tempos.
  • Amo a idéia de liberdade. Tenho problemas sérios com autoritarismo e não conheço ninguém livre desse tipo de problemas.
  • Ando flertando a tempos com ideologias libertárias. Eis uma excelente oportunidade de aprender mais sobre o assunto: vivenciando.
  • Farejo intensidade nessa onda: prazeres do corpo, rompimento de couraças, fim da letargia... Tesão, hummm...
  • W. Reich acreditava que livres das couraças podemos atingir níveis muito mais intensos de orgasmo (e assim sermos plenos, saudáveis e felizes). Tem certeza que não quer experimentar?
  • A construção de uma nova realidade num futuro próximo (que começa agora) e a capacidade de estar engajada nessa construção (projetando, realizando, me satisfazendo). Vamos juntos?
  • Vou provavelmente ser uma professora. Não quero passar adiante essa pedagogia da rigidez punitiva com a qual convivo. Quero ensinar gente e não amedrontar mais ainda cérebros inanimados ou/e já amedrontados.
  • E tem a capoeira, pra tornar o corpo ágil e forte, sentir que podemos entrar no jogo, nos defender quando e se for preciso, encarar ou desviar, ter uma proteção que não sufoque... pegar a manha...
  • Estou empolgada.

Acredito que quando o ser se liberta, ainda que individualmente e aos poucos, vai contaminando todos ao seu redor com seu espírito livre e contribuindo coletivamente só por existir e acreditar. Daí pra frente a vontade de fazer ocupa o espaço livre deixado pelo medo. A satisfação e prazer tomam conta e existe a possibilidade de viver plenamente ou, pelo menos, com energia para a realização de nossa história pessoal (coletiva e individual).


terça-feira, agosto 24, 2010

Eu sou café-com-leite?!

Ando um pouco desorientada... Decidi iniciar um tratamento tradicional contra meu déficit de atenção...
Estou agora no segundo mês de medicação: A famosa ritalina.
Tudo parece um pouco diferente sob o efeito da "pílula mágica da concentração"... Brincadeirinha!
Assistir aula chata ficou suportável agora (principalmente com um iPod pra ajudar a distrair :p putz) E manter meu quarto organizado não é mais uma tarefa impossível :)
Podemos ver que meu senso de humor só melhora...
Mas tem o lado triste... Passei todo o tempo livre da minha ultima semana enfrentando o fato de que tenho uma "disability" que não sei como encarar. Eu achava que tinha essa tal DDA e isso era o motivo de não ser fácil pra mim estudar as vezes, me sentir não usual, ser diferente... Contudo não tinha idéia de como esse diagnóstico pode ser bom ou ruim e tão impactante. Alem do obvio, que é ter o tratamento médico adequado, tem toda uma gama de informações como os direitos de receber tratamento especial na universidade, que me coloquem em pé de igualdade com meus colegas... Todavia para isso vou ter que procurar meus direitos (hj vou no escritório modelo de advocacia pra me orientar), alem disso vou ter que fazer ou achar uma cartilha de "como tratar um aluno universitário portador de TDAH" para educar meus professores a respeito das minhas necessidades especiais... Já percebi que nada é fácil... O remédio ajuda a ficar concentrada naquelas horas que esta fazendo efeito mas tenho que trabalhar duro para aprender com qualquer outra pessoa.
(esse post estava sem todos os acentos pq ainda não tinha aprendido a usar esse BlogBooster direito)BlogBooster-The most productive way for mobile blogging. BlogBooster is a multi-service blog editor for iPhone, Android, WebOs and your desktop

quarta-feira, fevereiro 10, 2010

Neurofeedback: últimos capítulos dessa novela!

Foi bom ter feito esse tratamento que está oficialmente terminado - mas combinamos de fazer mais algumas sessões antes do começo das aulas para garantir que o padrão de funcionamento que atingimos se manteve mesmo depois das férias... A última sessão foi perto do dia 21 de dezembro - agora estou sem minha agenda de 2009 aqui para ter certeza... Enfim, o que aconteceu foi: Durante todo tratamento tive problemas para dormir, conseqüentemente, acordar cedo no outro dia, tive dias de muita concentração, mas tive dias que me sentia uma retardada, entendi que não conheço nada do meu próprio funcionamento cerebral, e o principal: parecia que eu passei toda minha vida antes desse tratamento meio dormindo e agora estou acordada.

Depois do tratamento: por agora, estava de férias, nessa semana "brinquei" de estudar por que ainda tenho uma prova pendente para a última semana antes de começar as aulas do meu último ano - Aleluiah! E foi difícil... Mas não tem nada de TDA nessa história. Simplesmente decidi que iria ter férias de verdade - só pra variar um pouco - já que desde que entrei na UFSC todo ano invento uma moda como curso de verão, projeto de iniciação, busca por intercâmbio, realizar provas que ficaram pendentes no semestre anterior, estudar para tentar a prova de desempenho extraordinário entre outras tentativas pouco realistas de correr atras do tempo perdido... Nesse fim de ano faltou criatividade e como sempre pensei sobre o que era importante para minha vida acadêmica/profissional e me dei conta que janeiro seriam minhas últimas férias, já que me formo nesse ano, minha mamata de estudantinha vai terminar já que nas próximas férias acadêmicas vou estar fazendo algum curso de inverno/verão para conseguir uma vaga em um mestrado ou vou estar aplicando para programas trainee que desejem matemáticos no staff... De qualquer forma daí pra frente a ralação vai apertar com pouca perspectiva de descanso. Não que eu tenha descansado muito até agora, mas esforço sem foco cansa e não conta... Meu palpite sobre o fim das minhas férias vem do hábito de me relacionar com pessoas que fazem o que quero fazer em um futuro próximo, assim pude perceber que a palavra férias não faz parte da vida d@s razoavelmente bem sucedid@s, pelo menos não dos que se dizem pesquisadores. Não só porque eram/são obcecad@s pelo trabalho, mas porque se o profissional quer aproveitar bolsas de pesquisa, congressos, visitas a outras instituições tem que fazer malabarismo com as datas de seu calendário acadêmico, aproveitando suas férias além do recesso escolar - quando a instituição/departamento apóia a pesquisa minimamente. Ai, estou muito off topic...
Voltando para as ferias depois do neurofeedback: Ainda não engrenei, estou estudando pouquinho (algo entre 2 e 4h diárias) sinto que a cada dia fico com a atenção focada por mais tempo. Nos dias em que me concedo boas condições de estudo como silencio, mesa e cadeira claramente minha atenção melhora, mas canso mais rápido. Nos dias que estudei na cama, com barulho de casa cheia, fiquei mais tempo estudando, mas o rendimento não foi lá aquelas coisas... O que já é alguma melhora, pois noutros tempos só conseguia estudar com silencio absoluto.

Por outro lado, minha vida pessoal está um pouco turbulenta. Só consigo associar ao tratamento, pois percebo que estou mais reativa. Por exemplo, antes, quando eu era contrariada pensava: Oh! Coitada dessa pessoa! Tem um ego tão grande que não pode perceber o óbvio, mas eu não tenho nada com isso, nem quero gastar energia desnecessariamente tentando convencer essa pessoa da minha opinião, afinal o tempo mostrará quem está certo. (Sou pessoalmente favorável a esse tipo de atitude mental)
Agora, quando percebo, estou sendo sarcástica e, até desagradável as vezes enfiando goela abaixo minhas opiniões... Eu era assim quando era adolescente, mas a diferença é que agora uso um pouco de lógica e argumentos organizados o que torna os diálogos mais desagradáveis. E também ando mais ousada e me preocupando menos com as conseqüências de rompantes... Se tem algo me incomodando eu falo ou devolvo na mesma moeda. O assustador é que tomo alguma atitude enquanto a coisa me incomoda, não espero a poeira baixar. Nessa "Caroline em fase de teste¨ tem uma dúvida: O que é melhor? Se agarrar em uma atitude mental mais passiva tentando atingir o nirvana equilibrando-me em "solve et coagula" ou chutar o balde e fazer valer minha vontade no grito, dando murro em ponta de faca se necessário? Racionalmente, me parece que a primeira opção economiza uma grande energia. Por outro lado, estou nessa a mais de dez anos e meu progresso só foi interior... Não atingi nenhum objetivo profissional e ainda permiti vários abusos morais aumentando minha insegurança em relação as minhas capacidades. AGORA CHEGA!!! Vou testar essa atitude energética por um ano e ver se consigo algum resultado melhor do que obtive até agora... #medo mas #vaiouracha

Alem disso, percebi que meu sono anda diferente. Antes do tratamento eu dormia como uma pedra e tinha que contar as horas de sono para não passar de 8... Durante o tratamento eu não conseguia dormir direito, ficava muito agitada e dormia poucas horas. Agora, varia minimamente com meu ciclo menstrual. Tenho um sono muito mais leve, sonho durante a noite.

E tem mais: Quando faço exercícios físicos, alongamento ou yoga sinto nitidamente uma melhora na minha concentração. Sempre senti algo parecido com isso, mas agora é como se até meu sentir estivesse melhor calibrado.
Estou definitivamente botando pra fazer. Já terminei alguns dos projetos de férias que tinha listado, entre eles, organizar agenda de 2010, alguns hobbies parados a meses, fiz bolinho integral, levei (e usei) meu par de tenis para minha viagem de férias, aluguei uma bici, fiz backup do hd, organizei meus e-mails, as fotos da viagem, atualizei meus contatos de facebook, orkut, linked in... escrevi esse post :) Planejei os próximos...

segunda-feira, novembro 02, 2009

Neurofeedback

Dia da Avaliação: Estava muito ansiosa, dormi pouco na noite anterior. Também estava curiosa. Fiquei mais ansiosa ainda esperando o resultado...

Primeira sessão de neurofeedback: Ela explicou que na avaliação mostrou que eu tenho mesmo uma mente de TDA e que toda yoga e meditação que fiz nesses 14 anos deram resultados. Isto é, a impulsividade foi bastante amenizada. Por outro lado, as ondas da região que diz respeito a motivação não estavam na frequência correta, em palavras simples, ela disse que meu cérebro estava "frito" ali (ou seja, não tenho vontade de fazer nada, e mesmo quando planejo não executo) mas como é muito arriscado treinar aquela parte nas primeiras sessões, vamos primeiro treinar o foco e a concentração.
Enquanto ela colocava os eletrodos eu ia fazendo um exercício respiratório simples. Depois disso eram 3 minutos e uma pausa para regular as metas. Eu deveria ficar imóvel concentrada em um gráfico com uma barra. Quando eu estava no "estado mental de concentração adequado" a barra ficava verde e a música aumentava de intensidade (vulgo volume) entendi que isso era uma recompensa por eu ter me concentrado. O engraçado é que lá acontecia o mesmo que acontece quando eu sento para estudar: fico inquieta, querendo levantar por alguma desculpa como tomar água ou ir ao banheiro, também tinha um diálogo mental "que saco", "que coisa chata", "quero sair daqui", "estou cansada"... Claro que nessas horas, o gráfico mostrava que eu não estava concentrada, a musica diminuía e eu voltava para o exercício. A bem da verdade é que parecia uma meditação de olhos abertos, mas ela pediu que eu não usasse nenhuma técnica como prestar atenção na respiração ou outra coisa qualquer.
Depois da sessão e durante toda sessão também, estava com uma dor de cabeça infernal porque tinha decidido parar de tomar café, depois de ler o que Steve Pavlina fala sobre acordar cedo (eu gosto dessa idéia, e por algum tempo da minha vida, leia-se: quando eu fazia yoga com o Marco as 6:15 da manhã, estabeleci essa rotina, algo como dormir entre 20-20:30h até 4-4:30hs, estudava, depois corria, fazia yoga...) e a abstinência estava me deixando doida.
Saindo de lá, fui me afogar em um balde de café, depois que ela comentou que café ajuda no meu caso (nossa, como sou influenciável, credo!)
Indo para casa, passei na feira da igrejinha, guardei algumas frutas, comi outras, separei o material da aula de tricô vi alguns emails e fui para a aula correndo. Chegando lá o DCE estava fechado, tivemos a idéia de fazer excepcionalmente a aula na praça de alimentação do centro de eventos... Foi bom ver as meninas tricotando lá, mas o barulho... cheguei em casa e fui esquentar a quinoa com beringela... hummm coloquei no microondas e deitei no sofá. Apaguei ali mesmo. Devo ter dormido uns vinte minutos. Mas quando acordei estava nova! Comi, trabalhei, organizei minha agenda da semana e fui dormir ainda empolgada. Durante todo dia seguinte me senti feliz e com esperança que minha vida iria ser diferente. Não sei se foram as expectativas positivas, mas fiquei com a forte impressão que foi resultado sutil desse primeiro dia. Estou tão impressionada, que cogito a possibilidade de comprar um EEG (depois que terminar meu treinamento-tratamento) para me auto-treinar e melhorar minha performance em várias áreas da minha vida: Ser uma estudante mais focada, uma meditadora mais disciplinada, uma esportista mais ativa (correndo e dançando), uma blogueira mais organizada, ser mais motivada e executar o que planejo...
(Note que a coisa é milagrosa ;p - Amig@s, preciso de um desconto, fazia tempo que não acreditava em alguma coisa tão fortemente...)

sexta-feira, outubro 23, 2009

Eu, a pena e a meta.

No caminho do sucesso (acadêmico, emocional, financeiro) as vezes me distraio com várias possibilidades sedutoras que aparecem para roubar o meu precioso tempo e atenção. E com isso aprendo o que funciona para mim (ou não funciona).

Cursar matemática, fazer yoga, aprender idiomas, fazer dança do ventre. Correr. Ler. Ai, mil atividades com apenas uma finalidade: SER FELIZ COM A MATEMÁTICA.

A verdade é essa: Nunca um objetivo me deixou tão frustrada, instigada, revoltada, confusa, no limite, me sentindo incompetente, péssima, fraca.

No começo do curso fantasiava que era perseguida. Não sei se porque achava que sou diferente, ou que as turmas são pequenas e é fácil para um professor lembrar de cada aluno e cada colocação ingênua por esse feita. Mas agora sei que era impossível para mim, ter sucesso naquele momento. Simplesmente porque eu não tinha condições: Era desorganizada e pouco precisa quando me expressava. E o pior é que não conseguia enxergar isso. Passava noites e noites estudando (especialmente nas vésperas de prova), fazendo o meu melhor, infelizmente, de maneira ineficiente. Muita informação para processar, curto espaço de tempo, descontrole emocional. Fazia o que achava o melhor e não obtinha nem o seis.
Litros de lágrimas derramadas e vários cursos de meditação, livros de auto-ajuda, conselhos dos mais variados depois...
Estou eu aqui de novo tentando.
Menos choro, mais objetividade. (Estar triste ou feliz não muda a situação)
E aos poucos e depois de várias tentativas malucas de saber quem eu sou e qual a minha melhor maneira de aprender (receber, processar, armazenar e demonstrar meu conhecimento das informações) passei a ver as situações com um pouco mais de clareza. Entendendo que sou uma SOLUCIONADORA de problemas. Matemáticos ou não.
As soluções:
Para a DDA, uma agenda eletrônica que bipa (uso a agenda do celular) + yoga e meditação. E, agora, NEUROFEEDBACK.
Para a falta de organização geral, agenda (de papel mesmo), calendário na parede + meditação.
Para dúvidas de quaisquer natureza Google, livros e amigos.

Quero fazer tudo com prazer, motivação e paz.
E buscar soluções simples como essas para todas as questões existenciais...

quarta-feira, setembro 16, 2009

Impublicável!

Não gosto de viver sobre pressão, mas insisto em continuar a criar essas situações na minha vida, principalmente, acadêmica.
Já postei aqui sobre esse assunto, acabei de re-ler inclusive. O fato é que gastei os últimos dois dias me torturando porque não entreguei um trabalho. É inadmissível que eu, uma nerd com tantos recursos (celular que bipa, agendas, twitter, anos de leitura a respeito de efetividade em vários meios e idiomas...) deixe isso acontecer! E, pior, esse "tempo de tortura" roubou meu equilíbrio emocional e fez a bola de neve aumentar: Estou gastando um tempo precioso para voltar ao normal (inacreditável: escrevendo aqui para organizar as idéias... Interna logo a maluca!)
Pior ainda: tenho prova em dois dias, fazem dois dias que não durmo direito, e o trabalho que era para ontem ainda não foi feito (já li bastante a respeito, falta escrever). Mas se eu não terminar essa lista de exercícios até amanhã, não vou ter como tirar as dúvidas... Sem falar no meu trabalho em casa, cuja minha obrigação é 20hs por semana. Adivinha? Hoje é quarta e eu ainda não trabalhei uma hora se quer...
Mais feio: estou matando as aulas com o professor do trabalho porque estou com vergonha.
E achando que todo meu semestre foi para o buraco, querendo ficar isolada em casa para que meus colegas, pais e professores me esqueçam.
Depois de re-ler a frase a cima um par de vezes, tive um ataque de riso (pois não costumo ser assim dramática, nem me preocupar muito com o que outros pensam), lembrei que tava na T.P.M. e tomei uma decisão:
Vou terminar essa lista agora!
(termino esse post depois...)
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Leituras que me ajudaram:
Assuma as rédeas
Amanhã eu faço

domingo, junho 14, 2009

Em um dia muito especial, descobri a américa por email! Estava navegando na internet e pensando sobre uma idéia que foi a motivação de começar esse blog: Usar a tecnologia para me divertir aprendendo (mas me desvirtuei, e comecei a postar tudo que dizia respeito aos meus objetivos de vida, e o que eu ia aprendendo pelo caminho). Voltando a descoberta, achei o blog, ou melhor, os blogs do Mr. Kuropatwa. A grande descoberta do dia, foi encontrar um professor que "gasta" seu tempo se preocupando com os alunos e fazendo alguma coisa a respeito dessa preocupação, como administrar esses blogs das disciplinas que ele ensina. Adorei esse A difference. Descobri esse blog pesquisando para criar coragem para implementar o velho plano: Fazer um blog em português sobre os assuntos matemáticos que estou estudando.
Como essa idéia está indo e vindo na minha cabeça a algum tempo, estou tentando ignora-la pois agora faltam menos de 15 dias para minha última prova agendada nesse semestre e não quero começar esse projeto nesse momento... ai ai ai (mas a tentação tá grande)
What Teachers Make

E atualizando postagem anterior...
Desisti do Violão. O motivo é simples: Não estou fazendo nem os 15 minutos diários...
Antes de decidir sobre projetos a seguir, terei que fortalecer a minha velha e boa disciplina pessoal.
Bom Domingo!

sábado, maio 16, 2009

A meditação das sextas...

Sexta passada (8 de maio) meditamos nos concentrando na frase: Eu sou Luz.

Ontem (15 de maio) foi apenas silêncio. E foi muito difícil para mim. Milhões de pensamentos...

Esse assunto é fascinante mas tudo que for escrito sobre ele não tem muito valor já que é uma experiência muito pessoal, individual e só quem cria espaço em sua rotina para tentar pode entender realmente a tentativa...

quarta-feira, julho 16, 2008

Homem perfeito...

É o meu irmão, é claro!
Vi no orkut dele o texto desta mensagem, achei este vídeo que me fez ficar ainda mais APAIXONADA.
Pelas minhas escolhas, pela minha vida, pelo meu jeito de ser e lidar com as situações que se apresentam ao longo do caminho. Esse vídeo me fez lembrar, que tudo que eu faço do jeito que eu faço tem um GRANDE propósito.
Vou colar esse texto na minha parede, ao lado da cama. Quero ler até decorar!!!



Energize-se!

domingo, junho 15, 2008

ENERGY: Um breve resumo.

Hoje resolvi postar sobre um assunto que AMO: Desenvolvimento pessoal.

Fazendo um breve resumo do áudio intitulado: Energy, episódio 298, produzido por J.B. Glossinger e disponibilizado no MorningCoach. Cujo assunto é tudo aquilo que já estamos cansados de saber sobre como ter mais energia e vitalidade em nosso dia-a-dia, mas não custa fazer aquele check-up para ter certeza que estamos realmente FAZENDO.
(Lembrando que isso não é apenas uma tradução, aqui estão também minhas opiniões e informações prévias sobre os assuntos)

1 - Dormir o suficiente e adequadamente. Para mim (Carol) são 8h o ideal. Qual é o seu? Você está dormindo o suficiente? Alongue-se ao despertar.

2 - Respire! Oxigene seu sangue, seu cérebro. Faça respirações completas, profundas; expandindo o diafragma, fazendo respirações abdominais, como as crianças. Pare alguns instantes, durante o seu dia, para prestar atenção na qualidade de sua respiração.

3 - Exercite-se! Se mexa, dance, corra, ande de bici, suba pelas escadas, caminhe ao sol. Alongue-se, faça yoga, energize-se com práticas energéticas...

4 - Alterne a temperatura da água do chuveiro. Nem quente, nem frio. No áudio ele diz para alternar quente e frio. Eu (Carol) costumo tomar o banho quente e por fim uma chuveirada fria, pois pois ouvi dizer que a água quente limpa as energias sutis e a fria fortalece o campo de proteção energética (se isso existir...). Por outro lado, o banho quente relaxa, e o frio ativa, abaixando e elevando a pressão arterial.

5 - Dormir de 10 a 30 minutos após o almoço. Se dormir mais que isso, entra em sono profundo podendo acordar mal-humorado... Vou ser sincera: isso é difícil para mim, mas sempre que consigo, me sinto realmente revitalizada. Normalmente penso em tudo que tenho para fazer e o sono some, ou deito e apago, ultrapassando os 30 minutos. Causando mal humor e confundindo o meu relógio biológico. O meu "plano B" aqui é ouvir uma meditação guiada, assim relaxo e fico pronta para ganhar a tarde =)

6 - Comer adequadamente. Sentar-se, agradecer pelo alimento (exercitando a gratitude), escolher os nutrientes, saborear cada garfada, fazer seu organismo entender que aquele é um momento sagrado e especial, para que ele absorva os nutrientes. Evitar comer imediatamente antes de dormir, tentar deixar um intervalo de 4h entre a última refeição e o recolher-se.

7 - Ouça músicas ao longo do dia, especialmente instrumentais. (Sou suspeita para comentar essa, vivo com um iPod a tira colo...)

8 - Hidrate - se. Tome água, chá de ginseng, chá verde, chimarrão, chá de gengibre ou outro que você goste e seja compatível com seu organismo. Evite café, se possível. Tome uma pequena quantidade, se inevitável.

9 - Relaxe! Na hora do descanso, DESCANSE. Desligue!

10 - Cultive a relações pessoais, as amizades. Encontre pessoas que pensam como você, têm interesses parecidos, troque idéias.

Nesse áudio ele também fala: "Nós podemos fazer a diferença, ser a diferença, viver a diferença", atraindo para nossa realidade aquilo que desejamos manifestar.

Tenhamos todos uma semana FENOMENAL!